Se o seu sonho é atuar na linha de frente do atendimento às urgências e emergências, contribuindo diretamente para salvar vidas, esta pode ser a sua grande chance. Um novo processo seletivo para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) no estado do Rio de Janeiro está com inscrições abertas a partir desta segunda-feira, 18 de agosto. São 533 vagas disponíveis, sendo a maioria para formação de cadastro de reserva, em diversas áreas e níveis de escolaridade.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) é um componente primordial da atenção pré-hospitalar móvel no Brasil. Desde 2004, a expansão do SAMU tornou-se uma prioridade na política brasileira, justificada pela sua relevância em assegurar um menor tempo de resposta e regular os fluxos de atenção às urgências médicas.
O SAMU constitui um modelo de assistência padronizado nacionalmente, disponível 24 horas por dia. Seu objetivo é garantir a prestação do atendimento, o transporte adequado e o encaminhamento dos pacientes a um serviço do Sistema Único de Saúde (SUS). O socorro é acionado por meio de uma chamada gratuita para o número 192 de qualquer localidade do país. A ligação é atendida por uma Central de Regulação Médica, que define a resposta mais adequada, podendo ser uma orientação por telefone, o envio de ambulâncias de suporte básico (USB) ou de suporte avançado de vida (USA). Apenas as ambulâncias de suporte avançado contam com a presença de um médico na equipe.
A política de urgências no Brasil foi reformulada em 2011, propondo a conformação de uma Rede de Urgência e Emergência que integra diversos componentes, incluindo a atenção básica, o próprio SAMU, as Unidades de Pronto Atendimento (UPA), o componente hospitalar e a atenção domiciliar. Em 2013, o SAMU 192 já estava presente em todos os estados brasileiros, cobrindo cerca de 65% da população, com uma estimativa de alcançar 100% de cobertura até 2018.
O SAMU conta com uma equipe multidisciplinar altamente treinada para prestar socorro em diversas situações de emergência. Os profissionais atuam tanto nas Centrais de Regulação quanto nas unidades móveis e bases descentralizadas. As principais categorias profissionais são:
Atua na Central de Regulação de Urgências (CRU), sendo o responsável por qualificar os chamados recebidos pelo 192 e decidir a melhor resposta. Ele pode optar por uma orientação via telemedicina, direcionar o solicitante para uma unidade de saúde adequada, ou acionar uma unidade móvel de atendimento. O médico regulador também monitora e orienta o atendimento feito por outras equipes, além de ser responsável pelos procedimentos e medicamentos administrados pelas equipes de suporte básico.
Presente nas Unidades de Suporte Avançado de Vida (USA), o médico intervencionista presta assistência de maior complexidade técnica a pacientes graves com risco de vida, exigindo conhecimentos científicos adequados e capacidade de tomar decisões imediatas. Também atuam em unidades aéreas. Suas atribuições incluem avaliar a vítima, realizar intervenções necessárias e garantir o transporte seguro do paciente.
Assim como o médico, o enfermeiro intervencionista nas USA e unidades aéreas presta assistência de alta complexidade, zelando pela integridade física e psíquica do paciente. Eles são responsáveis por abordar e avaliar o paciente conforme protocolos, realizar intervenções e garantir um transporte seguro.
Este profissional atua nas Unidades de Suporte Básico de Vida (USB), prestando assistência de suporte básico de vida. Suas responsabilidades incluem observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas do paciente, auxiliar em intervenções e preencher a ficha de atendimento.
É fundamental para o funcionamento das unidades móveis. O condutor socorrista garante que a viatura esteja em boas condições de uso e abastecida, conhece a malha viária local e os estabelecimentos de saúde, e conduz a ambulância de forma segura, respeitando a legislação de trânsito. Além disso, auxilia a equipe no atendimento inicial e no transporte do paciente.
Trabalha na Central de Regulação, operando os sistemas de radiocomunicação e telefonia e controlando operacionalmente a frota de veículos do sistema de atendimento pré-hospitalar. Ele aciona as ocorrências conforme as prioridades definidas pelo médico regulador e conhece a malha viária e os principais helipontos da região.
Realiza o primeiro atendimento telefônico ao chamado do 192, registrando o nome do solicitante, tipo de chamado, dados de localização e queixa principal, para depois transferir a ligação para o médico regulador.
Esses profissionais desempenham funções de apoio essenciais para o funcionamento do serviço, seja na Central de Regulação ou nas bases descentralizadas.
Para trabalhar no SAMU, a formação e os requisitos variam de acordo com a função desejada. Além da qualificação técnica, é fundamental ter habilidades como controle emocional, raciocínio rápido e disposição para atuar em situações de alta pressão.
Médicos: É obrigatório ter graduação em Medicina e registro ativo no Conselho Regional de Medicina (CRM). Cursos na área de urgências médicas, como Atendimento Pré-Hospitalar (APH), Advanced Trauma Life Support (ATLS), Advanced Cardiovascular Life Support (ACLS), Pediatric Advanced Life Support (PALS) e Fundamental Critical Care Support (FCCS), são altamente valorizados ou exigidos. Para o processo seletivo no Espírito Santo, por exemplo, não são aceitos cursos realizados na modalidade EAD/Online como pré-requisito.
Enfermeiros: Devem possuir graduação em Enfermagem e registro ativo no Conselho Regional de Enfermagem (COREN). É necessário comprovar cursos de atualização na área de urgência/emergência, incluindo o Curso de Suporte Básico de Vida (BLS). Experiência prévia em enfermagem na área de emergência ou Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) é um pré-requisito comum.
Técnicos de Enfermagem: Precisam ter curso técnico em enfermagem e COREN ativo. Cursos de APH e atualizações na área de urgência/emergência também são importantes.
Condutores Socorristas: Além de ter ensino médio completo e ser maior de 21 anos, o candidato deve possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria D ou superior por mais de dois anos. É mandatório o Curso de Condutor de Veículo de Emergência (CVE), que pode ser feito em instituições credenciadas pelo Detran, e um curso de Socorrista. A comprovação de curso de direção defensiva também é um requisito. Para o concurso do CISBAF, é exigida experiência mínima de dois anos na função.
Rádio Operador: Requer ensino médio completo, além de comprovação de cursos na área de informática básica e digitação, telemarketing, relacionamento interpessoal e atendimento ao público. Experiência na função também é um diferencial. Para o CISBAF, a experiência mínima exigida é de dois anos.
Auxiliar Administrativo: Necessita de ensino médio completo e é desejável ter curso de informática avançada e digitação, telemarketing, relacionamento interpessoal e atendimento ao público. Conhecimento de gramática portuguesa, controle de processos e documentos, e habilidades como trabalho em equipe, atenção e comunicação são valorizados. O concurso do CISBAF não exige experiência para esta função.
Auxiliar de Serviços Gerais: Exige ensino fundamental completo. Para o concurso do CISBAF, é exigida experiência mínima de dois anos na função.
Além das qualificações básicas, a maioria dos profissionais do SAMU passa por treinamentos contínuos em atendimento pré-hospitalar (APH). É crucial estar sempre atualizado e disposto a aprimorar habilidades, visto que a especialidade de "emergencista" ainda não é amplamente formalizada no país.
Os salários no SAMU podem variar significativamente de acordo com a função e a localidade. De maneira geral, a remuneração mensal para os profissionais pode variar entre R$ 1.518 e R$ 13.358,52, sendo que os médicos costumam receber os maiores salários.
Por exemplo, no processo seletivo do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Baixada Fluminense (CISBAF) no Rio de Janeiro, os salários variam de R$ 1.518 para Auxiliar de Serviços Gerais a R$ 3.238,64 para Enfermeiro Intervencionista. Já para o SAMU no Espírito Santo, o salário de Médico Socorrista pode chegar a R$ 13.358,52, além de um ticket por plantão.
Além da remuneração base, os profissionais do SAMU muitas vezes contam com benefícios como vale-transporte, vale-alimentação e planos de saúde. As contratações ocorrem pelo regime celetista, garantindo direitos como seguro-desemprego e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Conforme noticiado, o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Baixada Fluminense (CISBAF) acaba de publicar um edital para um Processo Seletivo Simplificado, visando a contratação temporária de profissionais para as bases descentralizadas do SAMU 192 nos municípios de Nilópolis e Queimados, no estado do Rio de Janeiro.
O processo seletivo oferece 533 vagas, sendo 3 para contratação imediata e 530 para formação de cadastro de reserva. As oportunidades são para candidatos com níveis fundamental, médio, médio/técnico e superior.
Para o município de Nilópolis, são 192 vagas, todas para cadastro de reserva:
Auxiliar Administrativo: 100 vagas de CR, salário de R$1.922. (Não exige experiência prévia para este concurso).
Condutor de Ambulância: 30 vagas de CR, salário de R$2.512,59. (Exige 2 anos de experiência na função).
Técnico de Enfermagem: 30 vagas de CR, salário de R$3.022,73. (Exige 2 anos de experiência na função).
Enfermeiro Intervencionista: 1 vaga imediata + 30 vagas de CR, salário de R$3.238,24. (Exige 2 anos de experiência na função).
Para o município de Queimados, são 341 vagas, todas para cadastro de reserva:
Auxiliar de Serviços Gerais: 1 vaga imediata + 100 vagas de CR, salário de R$1.518. (Exige 2 anos de experiência na função).
Auxiliar Administrativo: 100 vagas de CR, salário de R$1.922. (Não exige experiência prévia para este concurso).
Condutor de Ambulância: 30 vagas de CR, salário de R$2.512,59. (Exige 2 anos de experiência na função).
Rádio Operador das Frotas da Base: 50 vagas de CR, salário de R$2.258,17. (Exige 2 anos de experiência na função).
Técnico de Enfermagem: 1 vaga imediata + 30 vagas de CR, salário de R$3.022,73. (Exige 2 anos de experiência na função).
Enfermeiro Intervencionista: 30 vagas de CR, salário de R$3.238,24. (Exige 2 anos de experiência na função).
As inscrições para este processo seletivo devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site do Instituto Consulplan, entre as 16h do dia 18 de agosto e as 16h do dia 5 de setembro de 2025. As taxas de inscrição variam de R$55,00 para cargos de nível fundamental, R$59,00 para nível médio/técnico e R$64,00 para nível superior. Há possibilidade de isenção da taxa para candidatos que comprovem baixa renda e estejam inscritos no CadÚnico, ou para doadores de medula óssea, com pedidos de isenção nos dias 18 e 19 de agosto. É permitido concorrer a mais de uma função, desde que as provas sejam realizadas em turnos distintos.
O processo seletivo será composto por três fases:
Prova Objetiva: De caráter eliminatório e classificatório, para todos os cargos. Será realizada no dia 5 de outubro de 2025, nas cidades de Nilópolis e Queimados, em dois turnos. A duração será de três horas. O número de questões varia conforme o cargo (30 para auxiliar de serviços gerais e 40 para os demais), abrangendo disciplinas como Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico Matemático, Noções de Informática, Conhecimentos Gerais, Conhecimentos Específicos e Legislação. Para aprovação, é necessário atingir 50% de aproveitamento para cargos de níveis fundamental e médio, ou 60% para níveis médio/técnico e superior.
Prova Prática: De caráter eliminatório, exclusiva para os cargos de Condutor de Ambulância, Técnico de Enfermagem e Enfermeiro Intervencionista.
Avaliação de Títulos: De caráter classificatório, para todos os cargos.
O edital garante reserva de vagas para pessoas com deficiência (PcD) e atendimento especial no dia da prova, mediante solicitação e comprovação dentro dos prazos.
A implantação do SAMU no estado do Rio de Janeiro ocorreu em duas fases principais. A primeira, de 2004 a 2010, focou nos SAMU metropolitanos (SAMU Metropolitano II, SAMU Metropolitano I e SAMU Rio). A segunda fase, iniciada em 2011, marcou a interiorização do serviço, com a inauguração de unidades em regiões como Baía de Ilha Grande, Centro-Sul e Médio Paraíba. Curiosamente, o Rio de Janeiro foi pioneiro na implantação de SAMU regionalizados, o que se destacou do padrão inicial predominante no Brasil, onde os primeiros SAMUs foram implementados em municípios mais populosos e com mais recursos.
Apesar do estado do Rio de Janeiro ter uma significativa rede hospitalar e experiência prévia em atendimento pré-hospitalar móvel (desde 1986 com o Grupamento de Socorro de Emergência do Corpo de Bombeiros Militar), a adesão à estratégia nacional do SAMU permitiu o atendimento em domicílios em larga escala.
Um aspecto particular no estado é a chamada "bombeirização" do SAMU Rio (na capital), onde o serviço foi incorporado pelo Corpo de Bombeiros. Essa integração, embora institucionalizada, gerou conflitos, especialmente em relação à autoridade de regulação médica e ao descumprimento de normas visuais federais. Em contraste, outros SAMUs no estado trabalham em parceria com os Bombeiros, com focos de atendimento distintos (rua para Bombeiros, residencial para SAMU), e as chamadas para 192 (SAMU) e 193 (Bombeiros) não são integradas como no SAMU Rio.
Apesar dos avanços, a implantação do SAMU no Rio de Janeiro foi marcada por tensões políticas e fragilidades de gestão e coordenação. O financiamento, que deveria ser compartilhado entre entes federal (50%), estadual (25%) e municipal (25%), muitas vezes mostrou fragilidade na atuação do estado. Conflitos intergovernamentais, tanto entre estado e municípios quanto entre municípios, foram observados, dificultando a pactuação e a articulação da rede.
Um dos maiores desafios para o SAMU é a integração com a rede hospitalar, que serve como sua "porta de saída". A carência de leitos é um problema persistente, especialmente na capital e no entorno metropolitano, e muitas vezes o acesso a vagas depende de relações pessoais entre médicos, e não de acordos institucionalizados. A implantação das Unidades de Pronto Atendimento (UPA) no estado, muitas vezes ocorrendo antes mesmo do SAMU em algumas regiões do interior e contrariando o padrão nacional, também foi criticada por não solucionar completamente a superlotação hospitalar e, em alguns casos, levar ao fechamento de emergências em hospitais menores.
A gestão dos SAMUs também enfrenta desafios, com comitês gestores pouco ativos e a atuação do estado sendo frágil no monitoramento e planejamento. A duplicação de instâncias reguladoras (como o Comitê Gestor e o Grupo Condutor Estadual) também gerou problematizações. Além disso, a produção de indicadores de desempenho é realizada, mas muitas vezes não é utilizada para o planejamento local ou repassada para a esfera estadual, e sistemas de informação individualizados dificultam a construção de uma base de dados nacional integrada. A percepção da população em relação ao SAMU também pode ser negativa devido a dificuldades de acesso e à falta de entendimento sobre o que constitui uma urgência.
Para os profissionais que atuam no SAMU, o cumprimento de protocolos e a conduta ética são fundamentais. O serviço é regido por um manual de condutas e procedimentos operacionais que orienta desde o início do serviço até situações complexas.
Os plantões no SAMU iniciam com a passagem de serviço e um checklist detalhado da unidade móvel (ambulância) e dos materiais e equipamentos, garantindo que tudo esteja em perfeitas condições de uso. O uso do uniforme completo e adequado é obrigatório durante todo o período de trabalho e deslocamentos. A biossegurança é primordial, incluindo a lavagem das mãos, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) como luvas, máscaras e óculos, e descarte adequado de materiais perfurocortantes e resíduos contaminados.
A comunicação, especialmente via rádio, deve ser objetiva, rápida e profissional, utilizando códigos específicos para otimizar o fluxo de informações e evitar a exposição de dados pessoais dos pacientes. Em casos de chamados diretos, a equipe deve informar imediatamente a Central de Regulação para a devida regulação médica.
O manual detalha procedimentos para diversos cenários:
Atendimento em Via Pública: Priorizar a segurança da equipe e do paciente, isolando a área com cones e solicitando apoio policial, se necessário, e evitando a exposição a curiosos.
Atendimento Domiciliar: Buscar um local reservado para o atendimento, respeitar o ambiente familiar e os bens do paciente, e sempre pedir permissão para remover ou utilizar objetos.
Pacientes com Necessidades Especiais: Assegurar uma abordagem calma, paciente e respeitosa, identificando-se, explicando os procedimentos de forma clara e simples, e repetindo as informações quantas vezes forem necessárias. Para pacientes com deficiência auditiva, usar leitura labial, comunicação escrita ou gestos; para visuais, descrever os procedimentos e manter contato físico; para cadeirantes, comunicar-se no mesmo nível visual.
Pacientes Desacompanhados ou com Animais: Documentar e entregar pertences a testemunhas ou à unidade de saúde de destino. Em casos de animais, especialmente cães-guia, esforçar-se para mantê-los junto ao paciente, solicitando apoio de órgãos de segurança pública ou recursos alternativos, se necessário.
Cenas com Indícios de Crime: Priorizar a segurança da equipe, não alterar a cena, salvo para salvar vidas, e registrar detalhadamente a situação e a atuação da equipe, informando a polícia.
Presença de Imprensa ou Tumultos: Manter discrição, educação e ética, não expor o paciente nem fornecer informações pessoais ou clínicas detalhadas. Em situações de tumulto, comunicar a CRU e aguardar apoio policial, evitando confrontos.
Recusa de Atendimento: Insistir no esclarecimento sobre a importância do atendimento, e se a recusa persistir, registrar detalhadamente na ficha de atendimento, solicitando a assinatura do paciente e de uma testemunha.
Constatação de Óbito: Atividade privativa do médico intervencionista, salvo em casos de sinais evidentes de morte (como carbonização, decomposição, decapitação). Em situações de morte violenta, a cena deve ser alterada o mínimo possível, e a força de segurança pública deve ser acionada antes da entrada da equipe.
Trabalhar no SAMU é uma vocação que exige dedicação, preparo e um forte senso de responsabilidade. É uma excelente maneira de contribuir diretamente para a saúde pública e impactar positivamente a vida das pessoas em momentos de grande vulnerabilidade. A sensação de fazer a diferença na comunidade torna essa profissão extremamente gratificante.
Se você se identifica com essa missão e atende aos requisitos, não perca a chance de se inscrever no processo seletivo do CISBAF. As inscrições começam nesta segunda-feira, 18 de agosto de 2025, e vão até 5 de setembro de 2025.
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